terça-feira, 27 de maio de 2014

Por que eles (esquerdistas, socialistas, marxistas, comunistas...) odeiam tanto a classe média?

26/05/2014
 às 18:38 \ ComunismoFilosofia política

Por que eles odeiam tanto a classe média?

Por João Luiz Mauad, publicado noInstituto Liberal
“A história do homem é a história da luta de classes” (Karl Marx)
Malgrado as mais contundentes demonstrações em contrário, os marxistas continuam não se dando por vencidos e insistem na existência de uma inexorável luta de classes, que terminará com a vitória final do proletariado e do modelo comunista.
Num famoso vídeo que se tornou viral na internet, a filósofa marxista Marilena Chaui destila toda a sua verve contra a existência e a progressiva prosperidade da chamada classe média, não por acaso a prova cabal de que as profecias de Marx estavam absolutamente equivocadas.  Diz a filósofa da USP:
Eu odeio a classe média. Ela é um atraso de vida, é o que há de mais reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante, terrorista…
Eu me recuso a admitir que os trabalhadores brasileiros, porque conquistaram certos direitos (…) se transformaram em classe média. (…) A classe média é uma aberração política, porque ela é fascista. É uma aberração ética, porque ela é violenta. É uma aberração cognitiva, porque ela é ignorante…
Aquele discurso pode ter surpreendido alguns incautos, mas não quem já estudou, ainda que superficialmente, a teoria marxista.  Chaui apenas reverbera as batatadas que produziram seus mestres no famigerado Manifesto Comunista.  Vejam:
De todas as classes que hoje em dia defrontam a burguesia só o proletariado é uma classe realmente revolucionária. As demais classes vão-se arruinando e soçobram com a grande indústria; o proletariado é o produto mais característico desta.
Os estados médios [Mittelstände] — o pequeno industrial, o pequeno comerciante, o artesão, o camponês —, todos eles combatem a burguesia para assegurar, face ao declínio, a sua existência como estados médios. Não são, pois, revolucionários, mas conservadores. Mais ainda, são reacionários, pois procuram fazer andar para trás a roda da história.”
Segundo a teoria, a acumulação capitalista faria com que uns poucos burgueses acabassem detendo toda a riqueza disponível, graças à exploração do restante da população.  Toda o capital do mundo nas mãos de poucos, em contraste com a miséria de muitos, faria emergir a ira revolucionária que desembocaria, inexoravelmente, na tomada do poder pelo proletariado.  O capitalismo nada mais seria, portanto, que uma etapa no caminho da consolidação do comunismo.  De forma resumida, eis como a coisa toda deveria desenrolar-se, nas palavras de Marx e Engels:
“A condição essencial para a existência e para a dominação da classe burguesa é a acumulação da riqueza nas mãos de privados, a formação e multiplicação do capital; a condição do capital é o trabalho assalariado. O trabalho assalariado repousa exclusivamente na concorrência entre os operários. O progresso da indústria, de que a burguesia é portadora, involuntária e sem resistência, coloca no lugar do isolamento dos operários pela concorrência a sua união revolucionária pela associação. Com o desenvolvimento da grande indústria é retirada debaixo dos pés da burguesia a própria base sobre que ela produz e se apropria dos produtos. Ela produz, antes do mais, o seupróprio coveiro. O seu declínio e a vitória do proletariado são igualmente inevitáveis.”
Imunes à razão, os marxistas mantiveram, ao longo dos últimos séculos, uma fé inabalável nos prognósticos de seu guru, o que os leva a odiar com todas as forças tudo quanto lhes faça vislumbrar que ele pudesse estar equivocado, não só em suas teorias, mas principalmente em suas previsões.  Daí porque o ódio por essa classe de gente que se convencionou chamar de “média”, cuja multiplicação, especialmente nos países capitalistas mais avançados, é a comprovação empírica irrefutável de que a fabulosa tese profética de Marx foi um erro crasso.
Os crentes desta religião confiam até hoje na realização da referida profecia e odeiam tudo quanto possa indicar que a história tenha seguido um caminho diferente.  Odeiam especialmente o fato de que a história do capitalismo é a história da multiplicação acelerada da riqueza, e não da luta de classes. Acima de tudo, odeiam o fato de que a riqueza gerada pelo desenvolvimento industrial nos países capitalistas acabou beneficiando a maioria das gentes e não apenas os mais ricos.
Dotados que são de extraordinária vocação para retorcer a realidade, os marxistas jamais admitirão o fato de que os interesses dos agentes econômicos no capitalismo são harmônicos – como demonstraram Adam SmithBastiat e tantos outros – e não antagônicos, como queria Marx. Continuam apostando no caduco discurso de classes “hegemônicas” e “dominantes”, além de dar demasiada atenção às desigualdades de renda, no lugar de focar no combate à pobreza.
Ocultam de seus jovens prosélitos certas verdades, muitas vezes até óbvias, como a de que os interesses do banqueiro estão atrelados à prosperidade do devedor – não só para pagar os empréstimos contraídos, como para fazer outros – e não à bancarrota do mesmo.  Utilizam-se de raciocínios espúrios que, na maioria das vezes, inferem a existência de uma conspiração burguesa para empobrecer o proletariado, muito embora a lógica mais rudimentar determine exatamente o contrário, ou seja: quanto maior a renda dos trabalhadores, maior será o consumo e melhor será para todos os produtores.
Peguemos, por exemplo, alguns dados estatísticos dos Estados Unidos da América – a mais capitalista das nações capitalistas – compilados pela Heritage Foundation:
43% de todas as famílias consideradas pobres são donas de sua própria casa.  A residência padrão dessas famílias tem 3 dormitórios, 1,5 banheiro, garagem e varanda (ou pátio). 80% delas dispõem de calefação ou ar condicionado.  Um típico americano pobre tem mais espaço de moradia do que a média das pessoas morando em Paris, Londres, Viena, Atenas e outras cidades européias. Perto de ¾ das famílias pobres nos EUA são donas de pelo menos 1 carro e 31% têm dois automóveis ou mais. 97% das residências têm televisão a cores e mais da metade têm duas ou mais.  78% têm um DVD payer; 62% dispõem de Tv a cabo ou recepção por satélite.  89% das famílias pobres são donas de fornos de microondas, enquanto mais da metade delas têm equipamentos de som estéreo e 1/3 possui máquinas de lavar pratos.
Na média, portanto, um típico americano pobre tem um carro, calefação, geladeira, fogão, máquina de lavar roupa, forno de microondas, televisão a cores com recepção a cabo ou por satélite, aparelho de DVD e equipamento de som e telefone celular.  Isso sem falar de esgotamento sanitário, energia elétrica e água encanada disponíveis a quase 100% da população daquele país.
Olhando os dados acima, fica claro que um cidadão considerado pobre, como definido pelo governo americano, desfruta de um padrão de vida infinitamente superior ao imaginado pelo mais abastado dos nobres na época em que Marx e Engels fizeram suas profecias.
Os padrões de consumo e conforto das famílias pobres da América – que são similares aos das classes médias em muitos países, inclusive o Brasil – é a prova cabal de que o capitalismo, longe de representar o empobrecimento da classe trabalhadora, tornou-se a sua verdadeira redenção, para desespero de muitos intelectuais, como Marilena Chaui.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/filosofia-politica/por-que-eles-odeiam-tanto-a-classe-media/


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Liberais e nazistas

Liberais e nazistas

A conexão ideológica entre marxismo e nacional-socialismo não é fruto de fantasia, e Hitler mesmo leu Marx atentamente quando vivia em Munique

‘Nós exigimos que o Estado especialmente se encarregará de garantir que todos os cidadãos tenham a possibilidade de viver decentemente e recebam um sustento”; “nenhum indivíduo fará qualquer trabalho que atente contra o interesse da comunidade para o benefício de todos”;

“Que toda renda não merecida, e toda renda que não venha de trabalho, seja abolida”; “nós exigimos a nacionalização de todos os grupos investidores”; nós exigimos participação dos lucros em grandes indústrias”;

“Nós exigimos a criação e manutenção de uma classe média sadia, a imediata socialização de grandes depósitos que serão vendidos a baixo custo para pequenos varejistas, e a consideração mais forte deve ser dada para assegurar que pequenos vendedores entreguem os suprimentos necessários aos Estados, às províncias e municipalidades”;

“Nós exigimos uma reforma agrária de acordo com nossas necessidades nacionais, e a oficialização de uma lei para expropriar os proprietários sem compensação de quaisquer terras necessárias para propósito comum. A abolição de arrendamentos de terra, e a proibição de toda especulação na terra”;

“A fim de executar este programa, nós exigimos: a criação de uma autoridade central forte no Estado, a autoridade incondicional pelo Parlamento político central de todo o Estado e todas as suas organizações.”

O leitor tem alguma ideia de onde saíram essas coisas? Talvez de algum manual esquerdista revolucionário? Ou então de um manifesto socialista qualquer, quem sabe? Nada disso. Esses são alguns dos 25 itens do programa do Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialista Alemão, mais conhecido como Nazista, de 1920, que levaria Hitler ao poder poucos anos depois.

Agora pergunto: há alguma semelhança com a doutrina liberal? Para quem conhece o mínimo sobre o liberalismo, a resposta é um retumbante “não”. O liberalismo prega justamente a redução de poder do Estado, para poder garantir mais liberdade aos indivíduos. Garante a propriedade privada, enxerga o lucro como o oxigênio saudável que permite novos investimentos, levando ao aumento da riqueza geral. Por fim, cobra a responsabilidade individual também.

Não existem duas ideologias mais díspares do que nazismo e liberalismo. Mas não é o que pensam os organizadores de um concurso público da CespeUnB, feito pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo do Distrito Federal. O governador, como sabemos, é o petista Agnelo Queiroz. Na prova, havia a afirmação, considerada correta pelo gabarito, de que o nazismo era um movimento político e ideológico “baseado no nacionalismo, no racismo, no totalitarismo, no anticomunismo e no liberalismo econômico e político”.

Em meu dicionário, isso se chama doutrinação ideológica. Que nas redes sociais os militantes petistas apelem para aquilo que ficou conhecido como argumentum ad Hitlerum, ou seja, enfiar Hitler em qualquer discussão com um liberal, vá lá; mas que um concurso oficial do governo repita essa patética mentira, associando nazismo a liberalismo, isso é ultrajante!

Tanto o nazismo como o marxismo, ao contrário do cético liberalismo, compartilharam o desejo de remodelar a humanidade. Marx defendia a “alteração dos homens em grande escala”, e Hitler pregou “a vontade de recriar a humanidade”. Nazistas e socialistas não eram, na prática e no ideal coletivista, tão diferentes assim. Basta trocar raça por classe e teremos duas ideologias parecidas.
A conexão ideológica entre marxismo e nacional-socialismo não é fruto de fantasia, e Hitler mesmo leu Marx atentamente quando vivia em Munique, tendo enaltecido depois sua influência no nazismo. Sua meta era socializar o homem, e a propriedade privada, pilar básico do liberalismo, foi abolida de facto, como na União Soviética. Stalin e Hitler se parecem muito, enquanto Hitler e Thatcher ou Hitler e Reagan não têm nada a ver.

É verdade que os nazistas perseguiram comunistas. Mas irmãos brigam pelo poder! Os nazistas perseguiram todos, principalmente os liberais. E comunistas se mataram entre si. Basta lembrar de Trotski. Por acaso isso faz de Stalin um anticomunista?

Para quem quiser se aprofundar no tema, recomendo o documentário “The Soviet Story”, que mostra vários traços comuns entre ambos os regimes nefastos. Contra tanto o comunismo como o nazismo, sempre haverá o liberalismo. Portanto, da próxima vez que o leitor ouvir algum esquerdista acusando um liberal de nazista, saiba que se trata ou de um embusteiro ou de um ignorante. Liberais e nazistas não se misturam, tal como água e óleo.

Rodrigo Constantino é economista é presidente do Instituto Liberal


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/liberais-nazistas-12612100#ixzz32slWdDw3 


Fonte via: http://oglobo.globo.com/opiniao/liberais-nazistas-12612100

domingo, 25 de maio de 2014

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Liberdade sindical já! Os movimentos são dissidências sindicais, o que indica que vários trabalhadores cansaram do peleguismo, das mamatas dos líderes dos sindicatos, que muitas vezes, em conluio com o governo, lutam por seus próprios interesses, não o dos trabalhadores. Isso sem falar da corrupção, da enorme quantidade de sindicalista rico por aí, ou que utiliza seu posto apenas como trampolim para sua própria carreira política. Quantos deputados hoje foram sindicalistas ontem?

Liberdade sindical já! 

Os movimentos são dissidências sindicais, o que indica que vários trabalhadores cansaram do peleguismo, das mamatas dos líderes dos sindicatos, que muitas vezes, em conluio com o governo, lutam por seus próprios interesses, não o dos trabalhadores. Isso sem falar da corrupção, da enorme quantidade de sindicalista rico por aí, ou que utiliza seu posto apenas como trampolim para sua própria carreira política. Quantos deputados hoje foram sindicalistas ontem?

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http://sindicalismocalvinista.blogspot.com.br/2014/05/liberdade-sindical-ja-os-movimentos-sao.html

As barreiras do sindicalismo - “O poder sindical é essencialmente o poder de privar alguém de trabalhar aos salários que estaria disposto a aceitar.” (Hayek)

As barreiras do sindicalismo - “O poder sindical é essencialmente o poder de privar alguém de trabalhar aos salários que estaria disposto a aceitar.” (Hayek)

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sexta-feira, 16 de maio de 2014

quarta-feira, 14 de maio de 2014

quarta-feira, 7 de maio de 2014

O cinismo de Ricardo Boechat contra Rachel Sheherazade.

O cinismo de Ricardo Boechat contra Rachel Sheherazade.

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http://jornalismoreformacional.blogspot.com.br/2014/05/o-cinismo-de-ricardo-boechat-contra.html

Excelente a coluna do historiador Marco Antonio Villa

Marco Antonio Villa dá adeus ao PT e eu digo: Amém!

Adeus!
Excelente a coluna do historiador Marco Antonio Villa no GLOBO hoje. Faz um breve resumo da trajetória petista no avanço sobre a máquina estatal, mostrando as diferentes etapas em que o PT comprou tudo e todos (ou quase todos), inclusive “atriz mais conhecida como garota-propaganda de banco público do que pelo seu trabalho artístico”, e depois lança seu prognóstico: os ventos mudaram de direção. Diz ele:
Mas tudo tem um começo e um fim, como poderia dizer o Marquês de Maricá. E o fim está próximo. O cenário não tem nenhum paralelo com 2006 ou 2010. O desenho da eleição tende à polarização. E isto, infelizmente, poderá levar à ocorrência de choques e até de atos de violência. O Tribunal Superior Eleitoral deverá ser muito acionado pelos partidos. E aí mora mais um problema: quem vai presidir as eleições é o ministro Dias Toffoli – como é sabido, de origem petista, foi advogado do partido e assessor do sentenciado José Dirceu.
Assumindo que a oposição consiga passar por todos esses obstáculos, que não são poucos, resta a pergunta: será possível governar com a máquina estatal toda tomada pelos cupins petistas? O PT antigo já era uma oposição ferrenha e muitas vezes irresponsável, ignorando os interesses públicos em prol do c0mbate político. Imagina com tantos representantes pendurados em cargos públicos agora. Villa diz:
Se a oposição conseguir enfrentar e vencer todas estas barreiras, não vai ter tarefa fácil quando assumir o governo e encontrar uma máquina estatal sob controle do partido derrotado nas urnas. As dezenas de milhares de militantes vão — se necessário — criar todo tipo de dificuldades para a implementação do programa escolhido por milhões de brasileiros. Aí — e como o Brasil é um país dos paradoxos — será indispensável ao novo governo a utilização dos DAS (cargos em comissão). Sem eles, não conseguirá governar e frustrará os eleitores.
Será algo interessante de se ver. Como lembra Villa, o PT goza de um centralismo absurdo, sendo uma espécie de “leninismo tropical”. Vão esses petistas aceitar sair do estado além do governo? Haverá a ordem de cima para “sabotar” o novo governo, sob os falsos slogans de “preservar as conquistas sociais” e “impedir o retorno ao neoliberalismo”? Não sabemos ainda, e antes é preciso derrotar o PT nas urnas, a despeito de todo o abuso da máquina estatal nas eleições. Mas Villa tem uma visão otimista:
A derrota na eleição presidencial não só vai implodir o bloco político criado no início de 2006, como poderá também levar a um racha no PT. Afinal, o papel de Lula como guia genial sempre esteve ligado às vitórias eleitorais e ao controle do aparelho de Estado. Não tendo nem um, nem outro, sua liderança vai ser questionada. As imposições de “postes”, sempre aceitas obedientemente, serão criticadas. Muitos dos preteridos irão se manifestar, assim como serão recordadas as desastrosas alianças regionais impostas contra a vontade das lideranças locais. E o adeus ao PT também poderá ser o adeus a Lula.
Apesar de historiador ser melhor em analisar o passado do que fazer previsões do futuro, só me resta dizer: Amém!
Rodrigo Constantino

Fonte via:
http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/marco-antonio-villa-da-adeus-ao-pt-e-eu-digo-amem/

(Vídeo) - A Prática Socialista - Estudo de Caso apesar da "Propaganda e Marketing Político Esquerdista"

(Vídeo) - O Mundo Perdido Do Comunismo - O Paraíso Socialista



Primeiro episodio do Documentário que explora como era a vida de pessoas comuns antes da queda do comunismo em 1989. Como a corrida para a liberdade se intensificou ao longo dos países do Bloco do Leste e como o modo de vida de milhões de cidadãos ex-comunistas estava prestes a mudar para sempre. Mas por trás das imagens estereotipadas de espiões, polícia secreta e Guerra Fria, será que era realmente tão ruim quanto o Ocidente nos querem fazer crer? Peter Molloy fala com aqueles que viveram as mudanças e abre uma porta para um mundo que desapareceu quase que literalmente da noite pro dia.

Todos direitos reservados à Rede BBC de Televisão.
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segunda-feira, 5 de maio de 2014

(Mentalidade Petista e Socialista) - Gastos com Cartão Corporativo do Governo crescem em meio milhão - (Seu Burro, você está pagando)

(Mentalidade Petista e Socialista) - Gastos com Cartão Corporativo do Governo crescem em meio milhão - (Seu Burro, você está pagando)

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http://corrupcaopetista.blogspot.com.br/2014/05/mentalidade-petista-e-socialista-gastos.html

sábado, 3 de maio de 2014

quinta-feira, 1 de maio de 2014

8 Princípios Bíblicos contra o Racismo

8 Princípios Bíblicos contra o Racismo

racismo-post
No jornal de quarta-feira eu leio as seguintes palavras:
Há forte evidência de que salientar as diferenças pouco trabalha para melhorar as relações raciais, e pode ainda exacerbar as mesmas diferenças.
Por exemplo, os distritos escolares de Minneapolis e St. Paul fizeram da dispendiosa educação de diversidade uma prioridade por décadas. Apesar disso, o distrito de Minneapolis recentemente anunciou que “racismo embutido” continua a permear as suas escolas, enquanto que um estudo de 1994 da People para a American Way descobriu que as “relações raciais e a tolerância” nas escolas de ensino médio de St. Paul estão “desmoronando”. (Katherine Kersten, “‘Diversity Training’ Efforts Proceed from False Premise,” StarTribune, 10 de Janeiro de 1996, p. A13)
E a situação também não é boa nas igrejas. Eu já ouvi observações humilhantes e prejudiciais em nossa própria igreja sobre minorias étnicas. E um pastor negro me disse recentemente que um de seus membros negros provocou um novo frequentador branco e disse: “Eu tenho que me aborrecer com gente branca a semana inteira; eu não quero ter que fazer isso na igreja aos domingos”.
Então já é tempo de a igreja colocar nova energia nessa questão e trabalhá-la. Para esse fim, eu quero estabelecer um fundamento bíblico na forma de oito teses.
1. Deus criou todos os grupos étnicos a partir de um ancestral humano.
Atos 17.26:
[Deus] de um só fez toda a raça humana [pan ethnos = todo grupo étnico] para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação.
Observe duas coisas nesse texto.
Primeiro, observe que Deus é o CRIADOR dos grupos étnicos. “Deus fez de um só toda a raça humana”. Grupos étnicos não simplesmente aconteceram a partir de mudanças genéticas aleatórias. Eles aconteceram pelo desígnio e propósito de Deus. O texto diz claramente: “DEUS criou cadaethnos”.
Segundo, observe que Deus criou todos os grupos étnicos a partir de um ancestral humano. Paulo diz: “Ele fez DE UM SÓ cada ethnos”. Isso tem um murro especial quando você pondera o porquê de ele escolher dizer especificamente isso a esses atenienses no aerópago. Os atenienses apreciavam se vangloriar de que eles eram os autochthones, que quer dizer que eles haviam nascido em seu próprio solo nativo e não eram imigrantes de algum outro lugar ou grupo étnico. (Veja Lenski e Bruce, ad. loc.) Paulo escolhe confrontar esse orgulho étnico logo de cara. Deus criou todos os grupos étnicos — atenienses e bárbaros — e ele os criou a partir de um ancestral comum. Então vocês, atenienses, são feitos do mesmo tecido que os desprezados bárbaros e citas.
2. Todo membro de todo grupo étnico é feito à imagem de Deus.
Gênesis 1.27:
Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
Quando você coloca esse ensino de Gênesis 1 (que Deus criou o primeiro homem à sua imagem) junto com o ensino de Atos 17.26 (que Deus criou todos os grupos étnicos a partir desse primeiro ancestral), o que surge é que todos os membros de todos os grupos étnicos são criados à imagem de Deus.
Não importa qual a cor da pele, ou as feições do rosto, ou a textura do cabelo, ou outros traços genéticos; todo ser humano em todo grupo étnico possui uma alma imortal à imagem de Deus: uma mente com poderes de raciocínio singulares semelhantes aos de Deus, um coração com capacidade para julgamentos morais e afeições espirituais, e um potencial para relacionamento com Deus que separa completamente cada pessoa dos animais que Deus criou. Todo ser humano, seja qual for a cor, forma, idade, gênero, inteligência, saúde ou classe social, é criado à imagem de Deus.

3. Na determinação do significado de quem você é, ser uma pessoa à imagem de Deus se compara com as diferenças étnicas da mesma maneira que o sol do meio dia se compara com um castiçal.

Em outras palavras, encontrar a sua identidade principal em ser branco ou ser negro, ou em qualquer outro traço de cor étnico, é como se orgulhar de carregar uma luz de vela debaixo do céu sem nuvens ao meio dia. Velas têm seu lugar. Mas não para iluminar o dia. Então cor e etnia têm o seu lugar, mas não como a glória e maravilha principal da nossa identidade como seres humanos. A glória primária de quem nós somos é o que nos une em nossa humanidade semelhante a Deus, não o que nos diferencia em nossa própria afiliação étnica.
Essa é a mais fundamental razão pela qual programas de “treinamento de diversidade” normalmente dão um tiro no pé em sua tentativa de nutrir respeito mútuo entre grupos étnicos. Eles concentram maior atenção no que é comparativamente menor, e virtualmente nenhuma atenção no que é infinita e gloriosamente maior — nossa permanência singular sobre toda a criação como indivíduos criados à imagem de Deus.
Se os nossos filhos e filhas têm cem ovos, vamos ensiná-los a colocar noventa e nove ovos na cesta chamada “pessoa feita à imagem de Deus” e um ovo na cesta chamada “distinção étnica”.
4. A predição de uma maldição que Noé proclamou sobre alguns descendentes de Cam em Gênesis 9.25 é irrelevante na decisão de como a raça negra deve ser vista e tratada.
Ao longo dos séculos algumas pessoas tentaram provar que a raça negra está destinada a ser subserviente por causa das palavras de Noé sobre o seu filho Cam que foi o pai dos povos africanos. Observemos o próprio texto da Escritura, e então eu darei três razões de porque isso não determina como os povos da África devem ser vistos e tratados. Lembre-se que Noé tinha três filhos: Sem, Cam e Jafé.
Gênesis 9.21–25:
Bebendo do vinho, embriagou-se [Noé] e se pôs nu dentro de sua tenda. Cam, pai de Canaã, vendo a nudez do pai, fê-lo saber, fora, a seus dois irmãos. Então, Sem e Jafé tomaram uma capa, puseram-na sobre os próprios ombros de ambos e, andando de costas, rostos desviados, cobriram a nudez do pai, sem que a vissem. Despertando Noé do seu vinho, soube o que lhe fizera o filho mais moço. Então disse: “Maldito seja [ou “será”] Canaã; seja servo dos servos a seus irmãos”.
Agora observe três coisas:
A Maldição de Noé Cai sobre Canaã
Primeiro, Noé toma essa ocasião do pecado de seu filho Cam e a usa para fazer uma predição sobre a prosperidade do filho mais novo de Cam, Canaã. Basicamente a predição é que os cananitas eventualmente seriam subjugados pelos descendentes de Sem e Jafé.
Ora, há muitas perguntas a se fazer aqui. Mas eu só tenho tempo para apontar algumas poucas relevantes ao nosso ponto principal. Cam tinha quatro filhos de acordo com Gênesis 10.6. “Os filhos de [eram] Cam: Cuxe, Mizraim, Pute e Canaã”. Ora, em termos gerais, Cuxe é provavelmente o ancestral dos povos da Etiópia; Mizraim é o ancestral dos egípcios; e Pute é o ancestral dos povos do norte da África, os líbios. Mas Canaã é o único dos quatro filhos que não é ancestral de povos africanos. Gênesis 10.15–18 cita os descendentes de Canaã: “Canaã gerou a Sidom, seu primogênito, e a Hete, e aos jebuseus, aos amorreus, aos girgaseus, aos heveus, aos arqueus, aos sineus, aos arvadeus, aos zemareus e aos hamateus”. Todos esses povos eram habitantes de Canaã e proximidades, não da África. E a predição de Noé se tornou verdade quando as nações cananitas foram expulsas pelos israelitas por causa de sua perversidade (Deuteronômio 9.4–5). Então a maldição não recai sobre os povos africanos, mas sobre os cananitas.
A Maldição de Noé Não Trata de Indivíduos
Segundo, a nação predita de Noé não dita como o povo de Deus deve tratar cananitas individuais. Por exemplo, cinco capítulos depois, em Gênesis 14.18, Abraão, descendente de Sete, encontra um cananita nativo chamado Melquisedeque, que era homem justo e “sacerdote do Deus Altíssimo”, e que abençoou Abraão. Abraão deu a ele o dízimo dos seus espólios. Então nem mesmo o fato de que Deus ordena julgamento sobre nações perversas dita a nós como devemos tratar indivíduos nas mesmas nações.
Deus Planeja Redenção para Todas as Nações
Terceiro, em Gênesis 12, Deus coloca em ação um grande plano de rendenção para todas as nações, para resgatá-las dessa e de qualquer outra maldição de pecado e julgamento. Ele chama a Abrão para todas as nações e faz uma aliança com ele e promete: Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra”. “Todas as famílias da terra” inclui as famílias cananitas.
Então o que vemos é que, com Abraão, Deus está colocando em ação um plano de redenção que derruba cada maldição sobre qualquer pessoa que recebe a bênção de Abraão, a saber, o perdão e a aceitaçãod e Deus que vem através de Jesus Cristo, a semente de Abraão (Gálatas 3.13–14). O que nos leva para a quinta tese:
5. É propósito e ordem de Deus que façamos discípulos para Jesus Cristo de cada grupo étnico do mundo, sem distinção.
Mateus 28.18–20:
Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.
Fazei discípulos de “todas as nações” — isto é, de todo grupo étnico. É a mesma expressão de Atos 17.26, onde diz que Deus de um só criou “toda a raça humana” — todo grupo étnico. Assim como todos os grupos étnicos são criados à imagem de Deus, o objetivo de Deus é redimir pessoas de todo grupo étnico. O fato de sermos feitos à imagem de Deus não significa que somos salvos. Todos somos distorcidos pelo pecado. As singulares maneiras em que fomos criados para refletir a glória e o valor de Deus foram amplamente arruinadas. Então Deus enviou o seu Filho, Jesus, ao mundo para morrer po nós para que possamos crer nele e ser perdoados, limpos e restaurados, para que nos tornássemos troféus da sua graça.
6. Todos os crentes em Jesus Cristo, de todo grupo étnico, são unidos uns aos outros não apenas em uma simples humanidade à imagem de Deus, mas ainda mais, como irmãos e irmãs em Cristo e membros do mesmo corpo.
Romanos 12.4–5:
Assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros.
O corpo de Cristo tem uma mão negra, um pulso branco, um braço amarelo e um ombro vermelho. E o pulso branco não pode dizer para a mão negra: “Não preciso de você” (1 Coríntios 12.21). E o braço amarelo não pode dizer ao ombro vermelho: “Por eu não ser um ombro, não sou parte do corpo” (1 Coríntios 12.15).
Outra figura, além de um corpo, é uma família.
1 João 3.1:
Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus.
Em outras palavras, se a nossa identidade como indivíduos humanos criados à imagem de Deus é maior do que todas as diferenças étnicas (visto no ponto no. 3), então a nossa identidade como filhos de Deus renascidos é ainda maior do que todas as diferenças étnicas. Eu diria da seguinte maneira: A glória da nossa semelhança familiar em Cristo é muito maior do que as nossas diferenças étnicas, tanto quanto o oceano é maior do que um dedal.
Antes vimos uma grande verdade — de que somos mais unidos pela nossa humanidade do queseparados pela nossa afiliação étnica. Mas essa é uma verdade ainda maior, que em Cristo temos unidade sobre unidade. No topo de uma comum pessoalidade humana à imagem de Deus, temos uma comum pessoalidade redimida à imagem de Cristo. E quão menos devemos ser divididos pelas nossas diferenças étnicas! “[Não há] grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos” (Colossenses 3.11).
7. A Bíblia proíbe casamento entre um crente e um incrédulo, mas não entre membros de diferentes grupos étnicos.
1 Coríntios 7.39:
A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor.
“Somente no Senhor”. A Bíblia nos direciona claramente a não casar com incrédulos. Se já estamos casados com um incrédulo, devemos permanecer casados (1 Coríntios 7.12–13; 1 Pedro 3.1–6). Mas se estamos livres para casar, devemos casar apenas com aquele que compartilha da nossa lealdade a Jesus.
Esse era o ponto principal das advertências do Antigo quanto a casar com aqueles que pertenciam a nações pagãs. Por exemplo, Deuteronômio 7.3–4:
Nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações; não darás tuas filhas a seus filhos, nem tomarás suas filhas para teus filhos; pois elas fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do SENHOR se acenderia contra vós outros.
A questão não é mistura de cores, ou mistura de costumes, ou identidade do clã. A questão é: haverá uma lealdade comum ao Deus verdadeiro nesse casamento, ou haverá afeições divididas? A proibição na Palavra de Deus não é contra casamento interracial, mas contra casamento entre crente e incrédulo. Isso é exatamente o que esperaríamos se a grande base da nossa identidade não são as nossas diferenças étnicas, mas a nossa comum humanidade à imagem de Deus e a nossa nova humanidade à imagem de Cristo.
8. Portanto, contra o crescente espírito de indiferença, alienação e hostilidade no nosso país, nós abraçaremos a supremacia do amor de Deus para dar novos passos pessoal e coletivamente em direção à reconciliação racial, expressada visivelmente em nossa comunidade e em nossa igreja.
Que venhamos a banir cada pensamento de depreciação e falta de amor das nossas mentes.
Expulsemos de nossas bocas cada palavra ou tom de escárnio ou desdém.
Saiamos do nosso conforto para mostrar unidade pessoal e afetuosa com cristãos de todos os contextos étnicos.
Sejamos o sal e a luz da nossa hostil e assustadora sociedade com atos corajosos de bondade e respeito inter-raciais.
Resumindo, olhemos para Cristo e sejamos perdoados, limpos, curados e capacitados ao amor.
Obs.: O texto foi levemente editado para remover questões pertinentes somente à Bethlehem Baptist Church
Por: John Piper. © 1996 Desiring God Foundation. Website: www.pt.desiringgod.org. Original: Racial Reconciliation. Usado com permissão.
Tradução e edição: Alan Cristie.  © 2014 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: www.VoltemosAoEvangelho.com. Original: 8 Princípios Bíblicos contra o Racismo – John Piper
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Fonte:
http://voltemosaoevangelho.com/blog/2014/05/8-principios-biblicos-contra-o-racismo/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+voltemosaoevangelho+%28Voltemos+ao+Evangelho%29

(VÍDEO SOMENTE PARA ESTUDIOSOS DA HISTÓRIA) - 1964 - 50 ANOS DO CONTRA-GOLPE