sábado, 9 de agosto de 2014

Sugestão de Leitura: Teoria e História - A refutação definitiva de economista e filósofo Ludwig von Mises ao historicismo marxista

A refutação definitiva de Mises ao historicismo marxista

O mais novo lançamento do Instituto Mises Brasil é Teoria e História, de Ludwig von Mises. Trata-se de um contundente ataque ao marxismo, mais especificamente ao seu historicismo, que Karl Popper também detonou em The Poverty of Historicism.
O leitor tem agora, em nossa língua, uma grande obra, talvez uma das mais importantes de Mises, apesar de ser menos conhecida. Segue um texto que escrevi com base na obra, e que consta em meu livro Economia do Indivíduo, lançado também pelo IMB:
Um Marxista Coerente
“As escolhas que um homem faz são determinadas pelas idéias que ele adota.” (Mises)
O que mais nos diferencia dos demais animais é a capacidade de livre-arbítrio através do uso da razão. Os homens podem escolher diferentes alternativas no modo de conduta para cada estímulo fisiológico. Ele não está fadado a reagir aos impulsos mais instintivos apenas. Isso vai contra qualquer crença fatalista, em que o destino dos homens esteja previamente traçado e eles nada mais representem do que agentes passivos dessas forças exógenas. Uma excelente ilustração de crença fatalista é o marxismo, como mostra Mises em Theory and History.
Para Marx, o socialismo estaria fadado a chegar com a “inexorabilidade de uma lei da natureza”. Haveria um determinismo histórico no qual as idéias e escolhas dos seres humanos não exercem poder algum para mudança de rumo. O capitalismo era uma fase nesse processo, e o último estágio, o paraíso terrestre, ocorreria inevitavelmente com a chegada do socialismo, abolindo as divisões de classes previamente existentes.
O marxismo, como toda crença fatalista, vai à contramão da natureza humana, e por isso é tão difícil – para não dizer impossível – se adaptar realmente a estas crenças. As claras contradições de Marx começam quando ele se torna um ativista político. Ora, qual o sentido de praticar ações revolucionárias se os eventos futuros devem inevitavelmente se suceder de acordo com um plano pré-ordenado, independente do que os homens façam?
Se Marx fosse consistente com suas crenças, como lembra Mises, ele não teria embarcado em atividades políticas. Bastava ele ficar quieto no seu canto, aguardando o dia no qual a propriedade privada capitalista iria desaparecer, dando lugar ao socialismo. Nada que os homens fizessem, segundo o próprio Marx, poderia mudar esse destino. Ele era, afinal, algo já determinado pela história.
Qual o sentido em lutar tanto por uma causa que independe de nossa luta e que já é certa, pois foi previamente definida? As ações de Karl Marx entram em evidente contradição com suas idéias, justamente provando que ele mesmo depositava, no fundo, enorme importância no poder das idéias nas escolhas dos homens. Estes teriam, portanto, a liberdade de traçar o próprio destino.
Segundo Marx, as “forças materiais produtivas” guiam a humanidade e determinam o curso da história. Apesar de ser este um conceito fundamental na obra de Marx, ele não oferece uma definição mais objetiva sobre o que isso quer realmente dizer. A idéia é que a tecnologia, os “fatores de produção” são considerados o fator essencial dessas forças produtivas, que por sua vez determinam as relações produtivas e toda a “superestrutura”.
Logo de cara se nota uma inversão: essa tecnologia, essas invenções são produto de um processo mental, do uso da razão e de novas idéias. Marx inverte essa lógica, e afirma que são as forças materiais que definem as idéias, como se tais forças surgissem num vácuo, caindo do além.
Em segundo lugar, como argumenta Mises, o capital previamente acumulado pela poupança é necessário para implementar essas idéias inovadoras. Mas para poupar é preciso uma estrutura social na qual seja possível poupar e investir. As relações produtivas, portanto, não são o produto das forças materiais produtivas, mas uma condição indispensável para que elas existam. Como então explicar a existência da sociedade através das forças produtivas que são, elas mesmas, resultado de um nexo social previamente existente?
Para Marx, antes havia as tais “forças materiais produtivas”, que em seguida compelem os homens a entrar em relações produtivas definitivas que independem de suas escolhas. E depois essas relações produzem a “superestrutura”, assim como as idéias religiosas, artísticas e filosóficas. São todos prisioneiros de sua classe. Esta que irá determinar o pensamento dos indivíduos. Há o pensamento burguês, e o pensamento proletário, dependendo da classe social. Curiosamente, em mais uma incoerência, o burguês Marx era o “profeta” capaz de se livrar essa prisão ideológica e enxergar a verdade, que os próprios proletários não eram capazes de ver com seus próprios olhos.
Partindo deste dogma, e não deixando espaço algum para contestação racional de sua premissa, o marxismo exige que todos os membros de uma mesma classe pensem da mesma maneira. Caso contrário, a teoria toda estaria invalidada logo na largada. Mas como a realidade é totalmente diferente, era preciso uma tática para lidar com a situação: os proletários que discordassem do credo marxista eram todos “traidores”.
Como os marxistas enxergavam a coisa, seus adversários eram apenas burgueses idiotas e alienados, ou proletários traidores. Não há espaço para contestação sincera, e tanto Marx como Engels proferiram ataques virulentos contra aqueles que ousavam questionar suas crenças. A difamação e os ataques pessoais substituíram o debate racional no marxismo. E como as divergências não podem ser solucionadas através de debates calcados em argumentos, a guerra civil e a revolução armada passam a ser o único meio para resolver o impasse. É preciso eliminar fisicamente aqueles que discordam dos dogmas marxistas.
Voltando ao aspecto do determinismo histórico do marxismo, o capitalismo é um meio necessário para chegar ao socialismo. Além disso, os capitalistas são alienados sem consciência ou escolha sobre suas ações. Elas foram previamente determinadas, e eles apenas executam as tarefas que devem executar pela lei da natureza. Esses atos, ainda que vistos como uma “exploração” pelos marxistas, também são vistos como inevitáveis, e como um passo necessário para o destino final e esperado.
Ora, se Marx fosse consistente, como conclui Mises, ele teria exortado os trabalhadores: “Não culpem os capitalistas; ao ‘explorarem’ vocês, eles fazem o que é melhor para vocês; eles estão pavimentando o caminho para o socialismo”. À luz do próprio marxismo, aquele que luta por legislação trabalhista e aumento de salários é um “pequeno-burguês” reacionário, pois está tentando obstruir o caminho do socialismo. O marxista consistente enaltece o capitalista “explorador”, pois entende que ele é uma etapa necessária para a abolição dos salários no socialismo.
Por fim, resta questionar como o marxismo lida com as constantes mudanças de classe social. Essa mobilidade é especialmente maior onde há mais liberdade econômica. Empregados conseguem capital e criam seus próprios negócios, tornando-se empresários. Por outro lado, capitalistas vão à bancarrota e perdem tudo, tendo que arrumar algum emprego qualquer. O que ocorre com suas idéias durante esse processo de mudança? Já que é a classe social que determina as idéias, um proletário que se torna um capitalista altera automaticamente suas crenças? Um capitalista que vira empregado muda todas as suas idéias? Como ficam aqueles intermediários, administradores de grandes empresas, que não deixam de ser empregados, mas que recebem salários maiores do que o lucro de muito capitalista?
Após colocar de forma resumida os principais argumentos de Mises, que demonstram algumas gritantes contradições do marxismo, pode-se perguntar: existe algum marxista coerente? Afinal, um marxista coerente deveria simplesmente sentar e esperar o socialismo chegar pelas leis inexoráveis da natureza, se abstendo de ativismo político. Além disso, ele teria que reconhecer a necessidade da “exploração” capitalista como um passo fundamental nessa trajetória rumo ao socialismo. Como fica claro, nenhum marxista é coerente, nem mesmo o próprio Karl Marx.
O motivo disso Mises também observou: as crenças de Marx, apesar do rótulo “científico” que ele tentou dar, eram apenas fruto de fortes emoções. Marx nutria um ódio fanático por empresários e capitalistas, comum na Alemanha de seu tempo, e agravado em seu caso particular, pois sua irresponsabilidade financeira o deixou refém de agiotas com freqüência. Ele encontrou no socialismo a pior punição que poderia infligir aos detestados burgueses.
Em contrapartida, ele percebeu que um debate aberto sobre o tema iria expor suas falácias. Por isso as pessoas devem ser induzidas a aceitar o socialismo de forma emocional, sem questionar seus efeitos e sem discutir suas contradições. Quem envereda por este caminho, é ou um burguês idiota prisioneiro de uma alienação de classe, ou um proletário traidor que deve ser exterminado. 
Rodrigo Constantino

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/socialismo/a-refutacao-definitiva-de-mises-ao-historicismo-marxista/

PF intima delegado que denunciou fábrica de dossiês no governo Lula

PF intima delegado que denunciou fábrica de dossiês no governo Lula

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://corrupcaopetista.blogspot.com.br/2014/08/pf-intima-delegado-que-denunciou.html

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

(Vídeo) - Desmascarando a Ditadura Ideológica de Gênero by Marisa Lobo

(Vídeo) - Desmascarando a Ditadura Ideológica de Gênero by Marisa Lobo

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2014/08/video-desmascarando-ditadura-ideologica.html

Relator recomenda cassação do Deputado Caviar, Petista, Socialista André Vargas, uns dos líderes do Lula e Dilma por ligação com doleiro.

Relator recomenda cassação de Vargas por ligação com doleiro

O ex-deputado do PT diz que houve 'pré-julgamento' e defesa não vê ato ilícito. Conselho de Ética e plenário da Câmara ainda precisam votar relatório
O ex-deputado do PT diz que houve ‘pré-julgamento’ e defesa não vê ato ilícito. Conselho de Ética e plenário da Câmara ainda precisam votar relatório
O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) apresentou nesta terça-feira (5) ao Conselho de Ética da Câmara relatório que pede a cassação do deputado André Vargas (sem partido-PR). O voto foi anunciado quase quatro meses após a abertura de processo contra o parlamentar devido a denúncias sobre o envolvimento de Vargas com o doleiro Alberto Youssef.
O relatório de Delgado aponta quebra do decoro parlamentar, mas a perda efetiva do mandato de Vargas depende de votação favorável pela maioria dos membros do Conselho de Ética e também pela maioria dos deputados no plenário da Câmara.
Logo após a conclusão da leitura do relatório, os deputados Izalci (PSDB-DF), Sibá Machado (PT-AC) e Rosane Ferreira (PV-PR) pediram mais tempo para analisar o processo. Com o pedido de vista, a votação para aprovar só pode ser feita após ao menos duas sessões do plenário da Câmara. Como não haverá votações nas próximas semanas de agosto, a apreciação do relatório só deverá ocorrer em setembro.
Ex-petista, André Vargas foi vice-presidente da Câmara e renunciou ao cargo após a abertura do processo contra ele. A investigação apurou uso que Vargas fez de jatinho alugado por Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal por suspeita de comandar esquema de lavagem de dinheiro que movimento cerca de R$ 10 bilhões.
O processo também analisou a suposta atuação do parlamentar junto ao doleiro em contrato assinado pelo laboratório Labogen, que recebeu recursos de Youssef, em contrato com o Ministério da Saúde.
O relatório de Delgado aponta haver “estreita” relação entre Vargas e Youssef, tendo o deputado exercido papel de “protagonismo” no convênio da Labogen com o governo federal.
“O nível de frequência com que eles se falavam mostra que havia relacionamento estreito e intimo […] que chegava a negócios ilícitos de Youssef, que no contrato da Labogen com o Ministério da Saúde mostram que relação estava no seio da Esplanada dos Ministérios”, diz o relatório de Delgado.
André Vargas não apareceu para a leitura do voto. Mais cedo, Delgado iniciou a leitura de seu relatório em sessão que contou com a participação de Vargas. O deputado investigado, no entanto, deixou a reunião sem se defender das acusações, alegando ter sofrido “pré-julgamento” pelo relator e afirmando ter tido a sua defesa cerceada.
A sessão precisou ser interrompida sem a apresentação do voto do relator devido ao início da ordem do dia, momento destinado à votação de projetos no plenário da Câmara.
Defesa
Em defesa de Vargas, o advogado Michel Saliba voltou afirmou mais cedo que o parlamentar cometeu “equívoco” ao aceitar viajar com a família em aeronave alugada por Youssef. No entanto, ele negou que tenha havido atividade ilícita no que diz respeito à reunião de Vargas com membro da Labogen para tratar de contrato com o Ministério da Saúde.
“As portas dos gabinetes estão abertas. A partir da análise daquele projeto, daquela demanda, o deputado diz ‘olha, isso não tem condições’, ‘isso tem e vou fazer o possível para levar esse projeto adiante’. Aparece na prática diária da Câmara desde os inventores de carro a ar, até projetos mais concretos”, disse Saliba.
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Fonte: G1

Apoio brasileiro ao terrorismo palestino: nem tudo é culpa do PT

5 de agosto de 2014

Apoio brasileiro ao terrorismo palestino: nem tudo é culpa do PT


Apoio brasileiro ao terrorismo palestino: nem tudo é culpa do PT

Julio Severo
O governo do PT foi errado em afrontar Israel? Totalmente. Mas sejamos justos: afrontas desse tipo não começaram com o PT. Em 1979, o presidente Ernesto Geisel, general e neto de pastor luterano, permitiu a instalação de um escritório da OLP (Organização para a Libertação da Palestina), em Brasília. Ao mesmo tempo, Geisel deu um direcionamento anti-Israel para os representantes do Brasil na ONU.
Pastor de Geisel: Rev. Mozart Noronha, da IECLB
Aceitar a instalação da OLP, uma organização terrorista islâmica palestina responsável por atentados terroristas contra Israel, tem a equivalência moral de aceitar um escritório nazista em Brasília. Com isso, o governo Geisel, representando infelizmente os brasileiros, estava dizendo para o mundo: “Concordamos com os que cometem atentados terroristas contra Israel.”
Sou totalmente contra o PT e todos os outros partidos socialistas, mas sejamos justos: a postura anti-Israel do Itamaraty não começou com o PT. Está apenas prosseguindo sua nojenta história desde os tempos de Geisel.
Sejamos mais justos ainda: a aceitação da OLP não começou com o governo brasileiro. O governo americano sob Jimmy Carter já estava namorando a OLP e seu Dick Vigarista terrorista, Yasser Arafat, no final da década de 1970.
A maior fraqueza do Brasil sempre foi ser um grande imitador das tendências esquerdistas dos EUA. Tanta coisa boa para se imitar dos EUA, especialmente dos conservadores, e o Brasil prefere copiar as podridões. Ontem, o governo Geisel imitando a aceitação americana da OLP. Hoje, o governo de Dilma Rousseff imitando a agenda gay americana.
Quando é que essa imitação vai parar?
Dá até para compreender Dilma, com seu passado terrorista comunista, afrontando Israel. Mas como explicar Geisel, neto de pastor luterano, sendo pioneiro na afronta do governo brasileiro a Israel? Como descendente de alemães, ele desconhecia o que o nazismo fez com os judeus? Ele desconhecia que palestinos islâmicos eram aliados dos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial?
Por que então ele colocou o bom senso de lado para imitar o mau exemplo de Jimmy Carter? Por que ele permitiu a instalação de um escritório da organização terrorista islâmica assassina de judeus em solo brasileiro em 1979?
Sejamos realistas: assim como nem tudo do governo americano era bom, nem tudo do governo militar do Brasil era bom.
E nem tudo dos luteranos é bom exemplo. Só para constar, Geisel era da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), única denominação protestante brasileira onde a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral reinam juntas de forma suprema. A IECLB é a versão protestante da Igreja Católica da CNBB, considerada a mãe do PT.
O pastor pessoal de Geisel era o Rev. Mozart Noronha, que hoje está ligado ao PSOL, um dos partidos socialistas mais radicais do Brasil. O Rev. Mozart, que herdou sua paixão pelo socialismo de sua denominação, a IECLB, disse: “Fui Pastor do General Ernesto Geisel e de sua família. Visitei o General no hospital e oficiei o seu sepultamento.”
Não é, pois, tudo culpa do PT. É culpa também do governo militar de Geisel, que imitou o governo americano de Jimmy Carter. E pode ser culpa também da IECLB e a maldita influência de suas teologias esquerdistas anti-Israel.
Seja como for, é inegável que décadas antes do PT, o governo militar do Brasil já estava afrontando Israel.
O Brasil, sob o PT ou não, tem muito para se arrepender de seus pecados contra Israel.
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