domingo, 14 de junho de 2015

Menos direitos, por favor

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quinta-feira, 11 de junho de 2015

A (falta) de tolerância da esquerda

A (falta) de tolerância da esquerda

por JEFFERSON VIANA*
lêninAcuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!”- Vladimir Lenin
Muitas vezes, os nossos amigos socialistas acusam todos que estão no espectro político à direita (liberais, conservadores, libertários e anarcocapitalistas) de serem intolerantes. Isso envolve desde acusações de racismo a acusações de homofobia; acusações de não quererem os pobres com melhores condições de vida a acusações de golpismo.  Entretanto, a história mostrou sempre o contrário: que foram governos socialistas e pessoas com ideário de esquerda que cometeram os maiores atos de intolerância, como o nazismo alemão, o fascismo italiano, o Holodomor na Ucrânia, o genocídio armênio e os fuzilamentos de gays em Cuba. São algumas amostras de intolerância socialista marcadas no tempo.
Essa semana, dois casos de intolerância socialista vieram a acontecer no nosso país. O primeiro caso veio dos artigos dos jornalistas Juca Kfouri e Marcelo Rubens Paiva criticando a atitude do atacante brasileiro Neymar, do Barcelona-ESP, que comemorou a vitória sobre a Juventus-ITA na final da Liga dos Campeões da Europa com uma faixa na cabeça com os dizeres de “100% Jesus”. Paiva e Kfouri argumentaram que a fé do jogador deveria ser deixada em sua intimidade e que o atleta era admirado por membros de diversas religiões e estava sendo preconceituoso com estas. Quem disse que fé religiosa é uma intimidade, Juca Kfouri e Marcelo Rubens Paiva? E quem disse que não se pode manifestá-la em público, se até o próprio clube espanhol permite a seus jogadores que exponham a sua fé? Pelo contrário, os princípios da liberdade religiosa e da tolerância dão direito a expressar sua fé da forma que quiser. Muitos jogadores muçulmanos, como o meio-campo alemão Mesut Özil, do Arsenal-ING, o atacante egípcio Mohammed Salah, da Fiorentina-ITA e o atacante francês Karim Benzema, do Real Madrid-ESP, comemoram seus gols com orações a Alá. E nunca foram recriminados por expressarem a sua fé. Por que tem que acontecer logo com um atleta cristão? Se talvez Neymar utilizasse uma faixa “100% Dilma”, os dois jornalistas teriam um clímax e comemorariam tal fato como final de copa do mundo.
Outro caso de intolerância aconteceu na Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O pró-reitor substituto da instituição, o professor doutor José Fernando Schlosser, atendendo a um pedido de representantes do Diretório Central dos Estudantes da instituição, sindicalistas e do Comitê Santamariense de solidariedade ao povo palestino, pede para que os chefes de departamentos realizem uma identificação de professores e alunos que professem a fé judia ou que tenham nacionalidade israelense dentro da instituição. E o que se viu foram poucas atitudes tomadas, levantadas pelos jornalistas Reinaldo Azevedo e Rodrigo Constantino, que realizaram a denúncia em seus blogs e que veio a parar na mão do professor da instituição Luís Milmann, que protocolou uma notícia-crime contra Schlosser no Ministério Público Federal e denunciou a prática discriminatória à Polícia Federal, à embaixada israelense no Brasil, à reitoria da UFSM, ao ministério da educação, à presidência da república, à Federação Israelita do Rio Grande do Sul e ao Movimento Justiça e Direitos Humanos. O que os sindicalistas, o DCE e os integrantes do comitê querem com os israelenses e alunos judeus no curso? Vão obrigar agora todos os judeus a usarem uma estrela amarela e uma roupa listrada no campus para serem facilmente “identificados”, como nos tempos sanguinários do nazismo?
O que aconteceria se o mesmo fosse feito com negros, gays e mulheres? Imagina a reação da turma dos direitos humanos? Apareceriam Jean Wyllys, Jandira Feghali, Manuela D’Ávila, Marcelo Freixo, Luciana Genro, Maria do Rosário e até a presidente Dilma Rousseff lançando notas de repúdio e conclamando mídia, militância e sociedade civil contra a atitude.
Realmente, o respeito e a tolerância não são a maior virtude dos nossos amigos de esquerda. Já vimos muitos casos no Brasil e no mundo, como na campanha para a eleição de deputado federal, no candidato Cyro Garcia, do PSTU, que tinha como proposta o fim do Estado de Israel. Ou então em caso internacional, onde o ditador venezuelano Nicolás Maduro prende, mata e tortura opositores por apenas discordarem do governo.
John Locke, em seu texto “Carta sobre a tolerância” alerta sobre a questão do respeito às opções pessoais. Locke fala que a falta de tolerância é imoral, pois as escolhas do individuo dizem respeito apenas ao bem de cada um e devem ser deixadas à sua escolha, que é inútil, porque a força age apenas como ação e não como convicção e que é ilegítima, porque só se pode utilizar a força caso a atitude tomada cause dano a outrem ou causem danos quase que irreversíveis na sociedade, pondo em risco a sociedade civil.
Temos um grande problema. Somos injustamente acusados de intolerância, quando somos nós os defensores do respeito e da tolerância. Cada vez mais a frase dita pelo bolchevique russo Vladmir Lenin, citada no início do texto, tem cada vez mais serventia, atualidade e serve para explicar tal fato. Acusando os inimigos das coisas que são e de suas atitudes.
*Jefferson Viana é estudante de História da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, coordenador local da rede Estudantes Pela Liberdade, presidente da juventude do Partido Social Cristão na cidade de Niterói e membro-fundador do Movimento Universidade Livre.
http://www.institutoliberal.org.br/blog/a-falta-de-tolerancia-da-esquerda/

sexta-feira, 5 de junho de 2015

(Vídeo 1:25:35) - A História Soviética - O regime mais tirânico e homicida da história: o regime comunista soviético. Comunismo Pai do Nazismo e Fascismo.






Publicado em 7 de dez de 2012

Há cerca de 21 anos, no dia 26/12/1991, desfez-se o regime mais tirânico e homicida da história: o regime comunista soviético. Após tímidas medidas de abertura, iniciadas por Mikhail Gorbachev, o sistema não aguentou mais todas as suas contradições internas e, impulsionado por uma enorme insatisfação popular, pelo caos, pela fome e pelo total empobrecimento do seu povo, o inevitável resultado final foi o colapso seguido pela desintegração.

Essa desintegração do comunismo soviético não representou apenas um passo incalculável rumo à liberdade, pois libertou da opressão e da tirania milhões de pessoas, como também teve uma importância fundamental no campo da teoria económica: o colapso da URSS demonstrou de maneira cabal a validade da teoria de Ludwig von Mises, exposta ainda em 1920, a respeito da impossibilidade do socialismo.

Porém, quem não conhece a história está condenado a repeti-la...
Infelizmente, apenas teorias não são o suficiente para convencer as pessoas sobre o quão perverso e diabólico é o comunismo, e o quão imoral é defendê-lo; muitas vezes são necessários relatos e imagens para ilustrar o quão abominável e execrável é esse regime.

Especialmente agora que vivemos uma época em que intelectuais, professores universitários, assim como os meios de comunicação, incentivam com profunda intensidade ideias abertamente socialistas, nunca é demais ressuscitar e relembrar todas as "proezas" do marxismo na URSS, pois elas ilustram claramente tudo o que inevitavelmente acontece a uma sociedade quando o socialismo é imposto.
Como explicou George Reisman:

"Mesmo que um governo genuinamente socialista fosse eleito democraticamente, o seu primeiro acto de governo ao implantar o socialismo teria de ser um acto de enorme violência, ou seja, a expropriação à força dos meios de produção."

A eleição democrática de um governo socialista não alteraria o facto de que o confisco de propriedade contra a vontade dos proprietários é um acto de força. Uma expropriação à força da propriedade baseada no voto democrático é tão pacífica quanto um linchamento decidido por votação. Trata-se de uma violação primordial dos direitos individuais. A única maneira do socialismo ser realmente implantado por meios pacíficos seria se os proprietários VOLUNTARIAMENTE DOASSEM A SUA PROPRIEDADE AO ESTADO SOCIALISTA. Mas, pensemos nisso. Se o socialismo tivesse de esperar que os donos de propriedade doassem voluntariamente a sua propriedade ao estado, este teria certamente de esperar para sempre. Logo, se o socialismo TEM de ser implementado, então ele só pode existir por meio da força — e força aplicada a uma escala massiva, contra toda a propriedade privada.

O socialismo só pode necessariamente começar com um enorme acto de confisco. Aqueles que desejam seriamente roubar a propriedade alheia devem estar preparados para matar aqueles que pretendem oferecer resistência.

Este é provavelmente o melhor (e mais chocante) documentário sobre a história da União Soviética (The Soviet Story), com legendas em português. Veja-o e entenda porque é que é absolutamente imoral ter sequer a mínima simpatia por esse regime.

(Se reconhecer o valor deste documentário, por favor considere adquirir o DVD original)